segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Projeto Piabanha

       O histórico do Projeto Piabanha consiste na evolução de idéias preservacionistas de um grupo de pescadores e amigos em uma organização ambiental. É regida pela Associação de Pescadores e Amigos do rio Paraíba do Sul, uma organização da sociedade civil de interesse público municipal, sem fins lucrativos, fundada no ano de 1998, com sede e foro na comarca de Itaocara, município da região noroeste fluminense.


         Em 1999, o Projeto Piabanha iniciou o programa de reprodução induzida da piabanha para repovoamento dos rios Pomba e Paraíba do Sul. O ano seguinte foi marcado pela realização de pesquisas com as universidades e instituições científicas, assim como o início de um programa focado na educação ambiental. O cadastramento de pescador artesanal e atendimento aos produtores rurais surgiram em seguida.



           O Projeto Piabalha vem desde 1998 desenvolvendo diversos projetos na área ambiental beneficiando diretamente toda região noroeste fluminense.

Conheça alguns dos projetos...

Conservação da Flora do Domínio das Ilhas Fluviais do Curso Médio Inferior do Rio Paraíba do Sul
Programa de Ordenamento Pesqueiro
Levantamento do Potencial Pesqueiro
Educação Ambiental através de Peça Teatral
Plantando o futuro I e II
Fomento à Pscicultura

                  No ano de 2003, o Projeto Piabanha assinou um convênio com três instituições – Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (PESAGRO), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro (EMATER-RIO), Prefeituras Municipais de Itaocara – visando a construção das novas instalações para o novo núcleo do Projeto Piabanha denominado, em uma extensa área cedida pela PESAGRO, em Itaocara – RJ
                 Atualmente, o projeto Piabanha apresenta o maior plantel de reprodutores de espécies nativas em processo de extinção da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, além de trabalhar com a reprodução induzida de espécies voltadas para o fortalecimento da piscicultura regional.

Aula Prática - Conhecendo as instalações do Projeto.

Euzinha recebendo o material para divulgação
Alunos da Biologia


Guilherme (Diretor Técnico) 
 Vicente - IFF Campos

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Espetáculo - Abraço do Cristo no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Cronobiologia explica como o corpo humano se ajusta ao horário de verão


O horário de verão começou à meia-noite de sábado para domingo (16-17/10) e os relógios deverão ser adiantados em uma hora. Se para algumas pessoas isso significa apenas mais uma hora de dia claro, para outras é sinônimo de sonolência e mau humor. Isso ocorre porque a mudança não ajusta somente os relógios que temos à nossa volta, mas altera também nosso relógio biológico. A pesquisadora do Laboratório de Educação em Ambiente e Saúde do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Lúcia Rotenberg explica que o nosso corpo apresenta diversos ritmos biológicos, ou seja, fenômenos que se expressam de maneira periódica, indo desde a secreção de um hormônio até um comportamento, como o sono e a vigília. Estes ritmos são controlados por uma estrutura do sistema nervoso (o núcleo supraquiasmático) localizada no hipotálamo anterior, região do cérebro que atua como principal centro integrador das atividades dos órgãos viscerais. Esta estrutura é denominada “relógio biológico”, uma vez que é responsável pela temporização das funções biológicas.

A forma como cada indivíduo vivencia as alterações de horário depende da característica genética de cada um, pois as pessoas apresentam cronotipos diferentes.

Características herdadas geneticamente e informações cíclicas do ambiente interferem no nosso relógio biológico. Em condições normais, está adaptado ao ambiente externo. No entanto, quando o ambiente se modifica – como no horário de verão –, o organismo também precisa se ajustar. É o mesmo fenômeno que ocorre quando cruzamos fusos horários. “Os horários que regulam nossas vidas, como parte do ambiente social onde estamos inseridos, podem interferir em nosso relógio biológico”, sintetiza.

Se todos têm um relógio biológico e ritmos biológicos funcionando de forma semelhante (somos uma espécie diurna), por que a mudança para o horário de verão afeta algumas pessoas e outras não? A cronobiologia dá a resposta. “A forma como cada indivíduo vivencia as alterações de horário depende da característica genética de cada um, pois as pessoas apresentam cronotipos diferentes. Algumas pessoas são do tipo matutino, com maior predisposição genética para realizar suas tarefas bem cedo. Essas pessoas têm o relógio biológico adiantado e, por isso, tendem a dormir cedo e levantar cedo. Outras são vespertinas, ou seja, tendem a dormir tarde e acordam mais tarde”, a pesquisadora descreve. De acordo com a especialista, a tendência matutina ou vespertina também se expressa em outros ritmos biológicos, como o ciclo de temperatura corporal. “O pico de temperatura do corpo é atingido mais cedo pelos matutinos do que nos vespertinos”, destaca.

A pesquisadora explica que as pessoas matutinas costumam sofrer mais com a alteração do horário. Há indícios de que pessoas que tendem a dormir pouco (chamadas de pequenos dormidores) também apresentariam maior dificuldade em relação à implantação do horário de verão. “Enquanto o organismo não se ajusta completamente ao novo horário, as pessoas se sentem mais irritadas e mal-humoradas, com sensação de cansaço e sono durante o dia”, ressalta. “No entanto, esse desconforto fica restrito aos primeiros dias e a queixa costuma ir embora em até uma semana depois da implantação do novo horário”, completa, acrescentando que este é um tema ainda pouco investigado.


Um Abraço.





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